Lorenna Senna 1A
"Num mundo cada vez mais veloz e fragmentado, com o encurtamento das distâncias e o encolhimento do tempo, faz sentido ainda a fabulação literária?" — Ítalo Meneghetti
terça-feira, 13 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Lucas Lima 1° A, achei na internet
Sem
deixar a cultura morrer,a literatura de Cordel nas escolas
Ana Bárbara Figueiredo
Em entrevista para a aluna Ana Bárbara Figueiredo do curso de comunicação social da faculdade Anísio Teixeira,FAT, a Professora Anady Santos graduada em letras vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana ( UEFS) e que ensina língua portuguesa e literatura no colégio Visão e na rede publica estadual ao falar de como a literatura de cordel surgiu em sua vida, ela afirma que “eu já nasci com isso, não tive oportunidade para essa questão de paixão ela foi surgindo”e a aproximadamente uns 10 anos ela já vem tendo um contato maior com a literatura de cordel.
A primeira vez que escreveu um cordel com uma maior dedicação foi em agradecimento as professoras da escola Olavo Bilac quando seu filho estava saindo do maternal e daí em diante não parou mais,começou a desenvolver trabalhos nas escolas com o objetivo de fazer com que seus alunos conhecessem a literatura de cordel.
Para o adolescente hoje em dia é importante conhecer o cordel, para que possa ser “quebrado” todo o preconceito que gira em torno do mesmo;de que é “ a literatura que vende na feira,na cordinha”.
Após a “quebra” do preconceito é realizado um trabalho com uma temática diferenciada,uma discussão voltada para o resgate dessa cultura a fim de não perder essa identidade cultural que segundo a nossa entrevistada o “estudante faz questão de perder no dia – a dia”.
Na nossa cidade a literatura de cordel passou a ser mais divulgada, o trabalho da mídia em torno disso chama a atenção dos alunos, dos adolescentes e aqueles que já conhecem passam a prestigiar esse trabalho que apesar de não ser valorizado como deveria passa a ter um valor maior.
Em entrevista para a aluna Ana Bárbara Figueiredo do curso de comunicação social da faculdade Anísio Teixeira,FAT, a Professora Anady Santos graduada em letras vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana ( UEFS) e que ensina língua portuguesa e literatura no colégio Visão e na rede publica estadual ao falar de como a literatura de cordel surgiu em sua vida, ela afirma que “eu já nasci com isso, não tive oportunidade para essa questão de paixão ela foi surgindo”e a aproximadamente uns 10 anos ela já vem tendo um contato maior com a literatura de cordel.
A primeira vez que escreveu um cordel com uma maior dedicação foi em agradecimento as professoras da escola Olavo Bilac quando seu filho estava saindo do maternal e daí em diante não parou mais,começou a desenvolver trabalhos nas escolas com o objetivo de fazer com que seus alunos conhecessem a literatura de cordel.
Para o adolescente hoje em dia é importante conhecer o cordel, para que possa ser “quebrado” todo o preconceito que gira em torno do mesmo;de que é “ a literatura que vende na feira,na cordinha”.
Após a “quebra” do preconceito é realizado um trabalho com uma temática diferenciada,uma discussão voltada para o resgate dessa cultura a fim de não perder essa identidade cultural que segundo a nossa entrevistada o “estudante faz questão de perder no dia – a dia”.
Na nossa cidade a literatura de cordel passou a ser mais divulgada, o trabalho da mídia em torno disso chama a atenção dos alunos, dos adolescentes e aqueles que já conhecem passam a prestigiar esse trabalho que apesar de não ser valorizado como deveria passa a ter um valor maior.
keilla Melo 1°B
O Humanismo, segunda Escola Literária Medieval, também conhecida como Pré-Renascimento ou Quatrocentismo, corresponde ao período de transição da Idade Média para a Idade Clássica. Tem como marcos iniciais as nomeações de Fernão Lopes como Guarda-Mor da Torre do Tombo (local onde se guardavam os documentos oficiais), em 1418 e, como Cronista-Mor do Reino, em 1434, quando recebeu de D. Duarte, rei de Portugal, a incumbência de escrever a história dos reis que o precederam.
- retomada da cultura antiga, através do estudo e imitação dos poetas e filósofos greco-latinos;
- revalorização da filosofia de Platão, especialmente no que diz respeito à distinção entre o amor espiritual e o carnal - neoplatonismo;
- crítica à hierarquia medieval, o homem reivindicando para si uma posição de destaque no Universo - não aceitação passiva das imposições místicas difundidas na ideia de destino;
- bifrontismo, coexistência de características medievais (feudalismo, teocentrismo) e renascentistas (mercantilismo, antropocentrismo, pragmatismo burguês).
keilla Melo 1°B
Classicismo, ou Quinhentismo é o nome dado ao período literário que surgiu na época do Renascimento. Um período de grandes transformações culturais, políticas e econômicas.
Vários foram os fatores que levaram a tais transformações, dentre eles a crise religiosa (era a época da Reforma Protestante, liderada por Lutero), as grandes navegações (onde o homem foi além dos limites da sua terra) e a invenção da Imprensa que contribuiu muito para a divulgação das obras de vários autores gregos e latinos (cultura clássica) proporcionando mais conhecimento para todos.
Foi na arte renascentista que o antropocentrismo atingiu a sua plenitude, agora, era o homem que passava a ser evidenciado, e não mais Deus.
A arte renascentista se inspirava no mundo greco-romano (Antiguidade Clássica) já que estes também eram antropocêntricos.
Características do Classicismo
Racionalismo: a razão predomina sobre o sentimento, ou seja, a expressão dos sentimentos era controlada pela razão. - Universalismo: os assuntos pessoais ficaram de lado e as verdades universais (de preocupação universal) passaram a ser privilegiadas.
- Perfeição formal: métrica, rima, correção gramatical, tudo isso passa a ser motivo de atenção e preocupação.
- Presença da mitologia greco-latina
- Humanismo
: o homem dessa época se liberta dos dogmas da Igreja e passa a se preocupar com si próprio, valorizando a sua vida aqui na Terra e cultivando a sua capacidade de produzir e conquistar. Porém, a religiosidade não desapareceu por completo.
Principais Autores e Obras
- Luís Vaz de Camões
Um dos maiores nomes da Literatura Universal, e certamente, o maior nome da Literatura Portuguesa.
Escreveu poesias (líricas e épicas) e peças teatrais, porém sua obra mais conhecida e consagrada é a epopéia “Os Lusíadas” considerada uma obra-prima.
Essa obra é dividida em 10 partes (cantos) com 8816 versos distribuídos em 1120 estrofes e narra a viagem de Vasco da Gama às Índias enfatizando alguns momentos importantes da história de Portugal.
Outros escritores existiram, porém não tiveram tanto destaque quanto Camões, são eles: Sá de Miranda, Bernardim Ribeiro e Antonio Ferreira.
O Classicismo terminou em 1580, com a passagem de Portugal ao domínio espanhol e também com a morte de Camões
keilla Melo 1°B
Características do classicismo:
1- Imitação dos autores clássicos gregos e romanos da antiguidade: Homero, Virgílio, Ovídio, etc...
2- Uso da mitologia: Os deuses e as musas, inspiradoras dos clássicos gregos e latinos a parecem também nos clássicos renascentistas: Os Lusíadas: (Vênus) = a deusa do amor; Marte (o deus da guerra), protegem os portugueses em suas conquistas marítimas.
3- Predomínio da razão sobre os sentimentos: A linguagem clássica não é subjetiva nem impregnada de sentimentalismos e de figuras, porque procura coar, através da razão, todas os dados fornecidos pela natureza e, desta forma expressou verdades universais.
4- Uso de uma linguagem sóbria, simples, sem excesso de figuras literárias.
5- Idealismo: O classicismo aborda os homens ideais, libertos de suas necessidades diárias, comuns. Os personagens centrais das epopéias (grandes poemas sobre grandes feitos e heróicos) nos são apresentados como seres superiores, verdadeiros semideuses, sem defeitos. Ex.: Vasco da Gama em os Lusíadas: é um ser dotado de virtudes extraordinárias, incapaz de cometer qualquer erro.
6- Amor Platônico: Os poetas clássicos revivem a idéia de Platão de que o amor deve ser sublime, elevado, espiritual, puro, não-físico.
7- Busca da universalidade e impessoalidade: A obra clássica torna-se a expressão de verdades universais, eternas e despreza o particular, o individual, aquilo que é re
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